"Desenvolve um trabalho
de reabilitação
emocional, física e
estética, diretamente
voltada para mulher
mastectomizada"

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Depoimentos

AQUI VOCÊ VAI DESCOBRIR UM POUQUINHO SOBRE AS HISTÓRIAS DAS NOSSAS VOLUNTÁRIAS:

 

Maria Denise de Almeida Cano, 51 anos

“Descobri um nódulo na mama esquerda ao realizar o auto-exame e, cinco anos depois, surgiu outro nódulo na mesma mama e tive que retirá-la, passando por novas sessões de quimio. No dia seguinte da última sessão – no dia 10 de agosto de 1997 -, senti fortes dores, achando até que iria morrer. Eu não sabia, mas eu estava grávida. Dei à luz em casa com ajuda do meu marido e da minha filha, nasceu a Natália. Três meses depois, outro nódulo me levou à mastectomia agora, da mama direita. Hoje, após 13 anos, estamos aqui com saúde, alegria e muita força para viver.”

 

Fátima Ribeiro

·“Uma sensação de ardência nas costas em direção à mama esquerda me deixou
preocupada. Fiz os exames e a ·presença de um nódulo maligno foi confirmada. Faltou-me o chão! Fui para a cirurgia e com o apoio do meu marido e filhos pude superar a pior fase do tratamento. Já se passaram 6 anos e estou muito bem. Desde então, trabalho como voluntária, procurando ajudar as pessoas por meio do VIVA MELHOR.·

 

Ideli Anselmi, 60 anos·

"Fui alertada por meu companheiro de que meu mamilo esquerdo estava se retraindo. Diante da insistência dele, decidi ir ao médico. Os exames detectaram o câncer, mas não entrei em desespero. A serenidade refletiu no meu equilíbrio físico, mental e espiritual perante a doença. Hoje adotei um estilo de vida mais saudável e aconselho a todas que se OLHEM, se TOQUEM e se AMEM.”

 

Isabel Alves da Silva·

·“Percebi um nódulo na axila esquerda e após todos os exames, o diagnóstico acusou um câncer de mama. Foi um momento difícil na minha vida, pois tinha dúvida se iria superá-lo. Ainda insegura, conheci a Associação VIVA MELHOR com mulheres que me deram muita força. Hoje, me orgulho de fazer parte dessa maravilhosa família. Deus me presenteou com uma nova vida.”·

 

Maria Medeiros Paulino

“Com um histórico de câncer de mama na família, sempre me cuidei e, entre um exame e outro, foi diagnosticado um câncer. Depois, veio o que todas tememos, a mastectomia. O tratamento foi longo, um pouco doloroso e complicado mas meus familiares formaram um escudo protetor ao meu redor, tudo em prol de minha cura.”

 

Meipe Olava Jorge, 68 anos

 ·"Durante o banho, localizei um nódulo na mama esquerda. Fazia parte do grupo de risco, pois minha mãe, com 38 anos e minha avó com 36, tiveram câncer de mama. Então com quase 70 anos, não me apavorei. Enfrentei tudo com coragem, otimismo e, em novembro de 2001, fiz a mastectomia, com reconstrução imediata da mama. Durante o tratamento, conheci - por meio de uma voluntária -, o VIVA MELHOR onde estou até hoje, ajudando as pessoas e as incentivando a serem positivas.”

 

Olívia Francisca de Lima, 60 anos·

 ·“Ao ver a personagem da novela fazendo um auto-exame, fui para a frente do espelho e fiz os mesmos gestos pela primeira vez. Foi um choque sentir um nódulo na mama. A biópsia diagnosticou o câncer e como tinha menos de 1 cm, fiz a cirurgia conservadora. O apoio da família foi fundamental. Em 2004, conheci o VIVA MELHOR, e hoje, sinto-me realizada em poder ajudar outras mulheres, mostrando a importância do diagnóstico precoce. O câncer foi uma bênção, pois hoje dou muito mais valor à vida.”

 

Terezinha Pontes Cipriani

·“Em 1996, a retração de um dos mamilos foi o sinal para que eu descobrisse que estava com câncer de mama. Passei por uma mastectomia da mama direita, reconstruindo-a seis anos depois. Em 2004, percebi outro nódulo, desta vez na mama esquerda. Como o diagnóstico foi precoce, enfrentei apenas uma quadrantectomia. Hoje, sou muito mais feliz, pois aprendi a valorizar e saborear cada momento, transformando meus medos em coragem e acolhendo no VIVA MELHOR todas as mulheres que precisam de mim.”

 

Vera Emília Chiavelli Teruel, 61 anos

·“Na consulta de rotina em 1988, meu ginecologista percebeu uma alteração na minha mama direita. A primeira mamografia já indicou um nódulo, diagnosticado como maligno, e então passei por uma mastectomia. Pelo desejo de ajudar as mulheres que passam pelo câncer de mama, Terezinha e eu, fundamos o VIVA MELHOR".

 

Vera Luzia Long Gabriele

"Tinha 54 anos quando fiz o auto-exame e notei um nódulo em uma das mamas. Protelei a ida ao médico, mas não tinha como fugir. A mamografia constatou o tumor. Com a auto-estima em baixa, encontrei no VIVA MELHOR, mulheres com a mesma vivência, que eram maduras, de bem com a vida e felizes. Avancei em direção à cura e, hoje, sinto-me vitoriosa. Meu objetivo é ajudar as pessoas que enfrentam experiências semelhantes à minha, tendo em mente o mais importante: viver o hoje intensamente.”

 

Sandra dos Santos Rocha, 39 anos

"Aos 32 anos descobri que tinha câncer. Chorei quando o médico falou que eu teria que fazer quimioterapia, radioterapia e perderia meu seio. Ao abrir os olhos após a mastectomia, achei que minha vida havia acabado. Como eu estava errada! Deus havia escrito uma nova história, um novo recomeço. Olha eu aí, grávida de minha filha Lorena, 7 anos após a doença."

 

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